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UCID debate questões socias e ambientais com o Primeiro Ministro

Quando falamos em questões sociais, tema proposto, normalmente o seu significado vai para além dos problemas sociais, e, que em regra significa a miséria, a pobreza, os salários insuficientes, as habitações improprias,as dificuldades de acesso a saúde e ensino e, duma forma geral adesigualdade de condições de vida entre os cidadãos.

Debate com Primeiro Ministro – 27 de Fevereiro de 2019.

Questões Sociais e Ambientais / UCID /

Sr. Presidente da Assembleia Nacional

Sr. Primeiro Ministro

Senhoras e Senhores Deputados

Senhoras e Senhores Ministros

Quando falamos em questões sociais, tema proposto, normalmente o seu significado vai para além dos problemas sociais, e, que em regra significa a miséria, a pobreza, os salários insuficientes, as habitações improprias,as dificuldades de acesso a saúde e ensino e, duma forma geral adesigualdade de condições de vida entre os cidadãos.

Trata-se,como é obvio, de um tema vasto, capaz de tocar em quase todas as áreas da governação atual deste Pais.

 Começamos pela área habitacional onde, de Santo Antão å Brava, passando pela Lagoa, Tchom Bom, Bairro da Jamaica,Alto Santa Cruz, Morro Branco, Portelinha 2, Boa Esperança, só para citar estas localidades, encontramos crianças e pessoas idosas, a viverem em situações deploráveis.

Não queremos exigir, com este debate, que se dê tudo as pessoas, mas tão somente a assunção do compromisso de garantir o mínimo de dignidade aos que mais precisam.

Faz-nos, a nós, enquanto democratas cristãos, muita confusão, ver que as crianças estão vivendo em casas sem as mínimas condições, enquanto centenas de habitações financiadas pelo dinheiro dos contribuintes são vandalizados.

O governo, nesta matéria, com a disponibilização do PRRA, tem desde já algumas condições para atacar esta fragilidade social, dando prioridade absoluta as famílias cujas necessidades já deveriam, ontem, terem sido resolvidas.

Uma outra questão tem a ver com o acesso ao rendimento daqueles que por infortúnio da vida padecem de algumas doenças que os impedem de desenvolverem as suas atividades normais.

O governo prometeu, e bem, e nós apoiamos o aumento do numero de Cidadãos que passarão a ter o acesso a pensão social não contributiva. Infelizmente, por aquilo que nos é dado a conhecer, as coisas não estão a ser fáceis para estes cidadãos.

Propomos que se avalie a situação e que se tome as medidas de forma a permitir que aqueles que realmente necessitam tenham acesso a este rendimento.

O terceirovector prende-se com o rendimento salarial, o enquadramento justo  e a proteção social das diversas classes profissionais:

Não entendemos as razoes da não aprovação do estatutos dos Bombeiros Municipais, anunciada ha já algum tempo, não entendemos o esquecimento das reinvindicações dos Seguranças privados e não entendemos ainda a introdução de uma lei que proíbe viaturas com mais de 10 anos de prestarem serviços nos transportes públicos rodoviários.

A honestidade nos obriga a dizer que nem sempre os resultados corresponderam as intenções.

As outras questões  que não couberam nestes 3 minutos, serão tocadas ao de leve nos 10 minutos que temos para o debate.

Disse.

UCID

António Delgado Monteiro

Presidente

Debate com Primeiro Ministro – 27 de Fevereiro de 2019.

Questões Sociais e Ambientais / UCID /

 

Sr. Presidente da Assembleia Nacional

Sr. Primeiro Ministro

Senhoras e Senhores Deputados

Senhoras e Senhores Ministros

 

 

Quando falamos em questões sociais, tema proposto, normalmente o seu significado vai para além dos problemas sociais, e, que em regra significa a miséria, a pobreza, os salários insuficientes, as habitações improprias,as dificuldades de acesso a saúde e ensino e, duma forma geral adesigualdade de condições de vida entre os cidadãos.

 

Trata-se,como é obvio, de um tema vasto, capaz de tocar em quase todas as áreas da governação atual deste Pais.

 

Começamos pela área habitacional onde, de Santo Antão å Brava, passando pela Lagoa, Tchom Bom, Bairro da Jamaica,Alto Santa Cruz, Morro Branco, Portelinha 2, Boa Esperança, só para citar estas localidades, encontramos crianças e pessoas idosas, a viverem em situações deploráveis.

 

Não queremos exigir, com este debate, que se dê tudo as pessoas, mas tão somente a assunção do compromisso de garantir o mínimo de dignidade aos que mais precisam.

 

Faz-nos, a nós, enquanto democratas cristãos, muita confusão, ver que as crianças estão vivendo em casas sem as mínimas condições, enquanto centenas de habitações financiadas pelo dinheiro dos contribuintes são vandalizados.

 

O governo, nesta matéria, com a disponibilização do PRRA, tem desde já algumas condições para atacar esta fragilidade social, dando prioridade absoluta as famílias cujas necessidades já deveriam, ontem, terem sido resolvidas.

 

Uma outra questão tem a ver com o acesso ao rendimento daqueles que por infortúnio da vida padecem de algumas doenças que os impedem de desenvolverem as suas atividades normais.

 

O governo prometeu, e bem, e nós apoiamos o aumento do numero de Cidadãos que passarão a ter o acesso a pensão social não contributiva. Infelizmente, por aquilo que nos é dado a conhecer, as coisas não estão a ser fáceis para estes cidadãos.

Propomos que se avalie a situação e que se tome as medidas de forma a permitir que aqueles que realmente necessitam tenham acesso a este rendimento.

 

O terceirovector prende-se com o rendimento salarial, o enquadramento justo  e a proteção social das diversas classes profissionais:

 

Não entendemos as razoes da não aprovação do estatutos dos Bombeiros Municipais, anunciada ha já algum tempo, não entendemos o esquecimento das reinvindicações dos Seguranças privados e não entendemos ainda a introdução de uma lei que proíbe viaturas com mais de 10 anos de prestarem serviços nos transportes públicos rodoviários.

A honestidade nos obriga a dizer que nem sempre os resultados corresponderam as intenções.

 

As outras questões que não couberam nestes 3 minutos, serão tocadas ao de leve nos 10 minutos que temos para o debate.

 

Disse.

UCID

António Delgado Monteiro

Presidente