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Declaração da UCID no debate do Estado da Nação

Eis-nos na apreciação, na avaliação, na conclusão, nossa e plenamente consciente, da realidade nacional que sendo empolgante para quem governa, nos preocupa e não convence a Nação Caboverdiana, votada a desígnios que não estão a contribuir para sentirmo-nos confiantes num Futuro deveras promissor, palpável e autossustentável para Cabo Verde.

Por tudo o que se faz a bem de Cabo Verde o nosso profundo reconhecimento e gratidão.

Eis-nos na apreciação, na avaliação, na conclusão, nossa e plenamente consciente, da realidade nacional que sendo empolgante para quem governa, nos preocupa e não convence a Nação Caboverdiana, votada a desígnios que não estão a contribuir para sentirmo-nos confiantes num Futuro deveras promissor, palpável e autossustentável para Cabo Verde.

O actual Governo empreende programas descontínuos estabelecidos a belo prazer e desarticulados estruturalmente do país real, que mais não traduzem do que aquilo que se vê e se sabe!

Uma mobilização nunca vista de governantes, como que a toque de rebate de sinos que fazem soar o alarme, acorrendo a locais os mais diversos e ignotos, tal qual bombeiros para combater o fogo das promessas eleitorais que tardam em fazer cumprir-se.

O Estado da nossa Nação, é a de um país à espera de um rumo firme, mas que neste momento desperdiça oportunidades, queima etapas, desbarata capacidades, tudo, devido a políticas com que se teima em fazer desenvolver este Pais.

O governo do MPD, neoliberal por excelência, tem responsabilidade e culpas pelo que faz mal e pelo que podendo e devendo não faz, para mudar o rumo às coisas e melhorar a vida daqueles que mais sofrem ou se sintam desvalorizados e descartados na sociedade.

Do residual tecido empresarial estatal remanescente, do quanto já se privatizou, o MPD de agora, igual ao de antanho, igual a si mesmo, na sanha de desfazer de tudo o que é do estado de forma pouco abonatória para o Pais, não tem mãos a medir quando se trata de privatizar. Vende-se tudo a quem tanto quer e pouco paga, deixando aos Contribuintes o ónus de pagar os avultados passivos das Empresas.

Temos uma Nação, cujos governantes, não escutam as vozes que ecoam nas ruas, vilarejos e localidades do país, contra as assimetrias, disparidades e desigualdades gritantes e abismais no desenvolvimento das demais regiões.

Temos uma Nação, cujo seu estado, é de uma surdez atroz, pois não interpreta os sinais, avisos à governação, que surgem de grupos organizados, que facilmente poderão metamorfosear-se em movimentos populistas e demagógicos, perigosamente desafectos e de costas voltadas à uma responsável e sã convivência democrática.

A Nação deve evitar apoucar, menosprezar e banalizar aspirações manifestas por um devir social, económico e humanamente mais justo, menos desigual, e autosuficiente para as nossas gentes descriminadas, quando do muito que se faz, muito mais há por fazer:

A Nação precisa de um Estado Social de Todos e para Todos que não seja gordura, mas músculo, um Estado que pela sua eficiência seja desmercadorizado, perene na sua universalidade e capacitação para criar polos de desenvolvimento descentralizados no quadro de um desenvolvimento nacional territorialmente equilibrado em que cada cristõm terá direito à sua gota de água.

A Nação necessita que se faça tudo por tudo e mais ainda, para combater o desemprego, como o inimigo que corta as bases de financiamento do Estado e aumenta os custos da Despesa Social, impedindo a formação de Receitas e bases tributárias.

O Desemprego, inviabiliza o Estado, corrói a Democracia, descredibiliza a governação!

Disse.